Se alguma vez a sua wheelbase se desligou a meio de uma sessão, sabe como isso é frustrante. As falhas de ligação USB, os botões que deixam de funcionar aleatoriamente ou um volante que «funciona apenas parcialmente» geralmente não são causados pelo jogo — são causados pelos cabos, conectores e pela disposição das ligações de alimentação/USB.
Os ecossistemas Fanatec podem ser especialmente sensíveis porque as configurações incluem frequentemente vários dispositivos: wheelbase, pedais, caixa de velocidades, travão de mão, caixas de botões, dashboards e, por vezes, vários monitores. Um cockpit bem organizado não é apenas uma questão de estética — é também uma questão de fiabilidade.
As três causas da maioria dos problemas de USB
- Tensão nos conectores: os cabos são puxados quando move o volante ou ajusta o banco.
- Topologia USB inadequada: hubs, ligações em cadeia ou portas sobrecarregadas.
- Ruído e interferências: transformadores e cabos de sinal instalados em conjunto.
Passo 1: crie um plano para os cabos (sim, a sério)
Antes de utilizar abraçadeiras, decida por onde devem passar os cabos:
- Uma «via de dados» para os cabos USB.
- Uma «via de alimentação» para os transformadores e cabos de alimentação.
- Folgas de manutenção nos pontos móveis (volante, corrediças do banco e ajuste dos pedais).
É aqui que um cockpit de perfis ajuda. As estruturas do simulador SIMGASM Sport e do simulador SIMGASM Pro foram concebidas para uma passagem organizada dos cabos através de aberturas internas, permitindo que estes atravessem a estrutura em vez de ficarem pendurados no exterior.
Passo 2: deixe de utilizar a configuração USB «errada»
As notas sobre o suporte de volantes do Forza Horizon 6 recomendam portas USB dedicadas e desaconselham a utilização de hubs para garantir maior fiabilidade. Mesmo fora do FH6, o mesmo conselho se aplica a muitos simuladores:
- Se possível, utilize diretamente as portas USB 3.0 da motherboard.
- Se precisar de mais portas, considere uma placa USB PCIe de qualidade em vez de um hub genérico.
- Sempre que possível, ligue a wheelbase e os pedais a portas/controladores separados.
Passo 3: adicione alívio de tensão onde é necessário
Duas técnicas simples evitam a maioria das falhas de ligação:
- Pontos de fixação: fixe o cabo ao rig junto ao dispositivo para que o conector nunca fique sujeito à força exercida.
- Folgas de manutenção: deixe uma pequena folga em forma de laço nos pontos onde existe movimento, para que o cabo dobre em vez da ficha.
Crie uma «zona de utilização» organizada para evitar tocar nos cabos ao entrar ou sair do cockpit: o suporte giratório para teclado e o tabuleiro para rato são pequenas melhorias que facilitam a utilização diária.
Passo 4: separe os cabos de alimentação dos cabos de sinal
Para reduzir o ruído e problemas intermitentes estranhos:
- Não instale cabos USB paralelamente aos cabos dos transformadores ao longo de grandes distâncias.
- Se tiverem de se cruzar, cruze os cabos de alimentação e USB num ângulo de 90 graus.
- Mantenha os transformadores afastados do chão, onde podem levar pontapés ou ser puxados.
Passo 5: facilite a manutenção do cockpit
A melhor gestão de cabos é aquela que consegue manter. Se precisar de trocar um conjunto de pedais ou adicionar uma caixa de botões, não deverá ter de cortar 30 abraçadeiras.
Um rig modular como o simulador SIMGASM Club já permite fazer alterações facilmente. Se pretender a configuração mais organizada a longo prazo, o simulador SIMGASM Sport oferece mais possibilidades de passagem interna dos cabos e de ajuste, sem comprometer o aspeto cuidado.
Cablagem dos monitores: a parte mais esquecida
As configurações com três monitores são frequentemente as que introduzem mais cabos. Um suporte independente como o suporte independente Apex para três monitores mantém os cabos dos monitores separados dos movimentos do cockpit e torna todo o sistema mais fiável. Utilize o conjunto de suportes VESA 75/100/200 para facilitar o alinhamento e organizar melhor os cabos.
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